I was always bursting with vanity. I, I, I, is the refrain of my whole life, which could be heard in everything I said…It is quite true that I always lived free and powerful. I simply felt released in regard to all for the excellent reason that I recognized no equals. I always considered myself more intelligent than everyone else, as I’ve told you but also more sensitive and skillful.
Of course, true love is exceptional - two or three times a century, more or less. The rest of the time there is vanity or boredom.
Yes, I was bursting with a longing to be immortal. I was too much in love with myself not to want the precious object of my love never to disappear…true debauchery is liberating because it creates no obligations. In it you posses only yourself, hence it remains the favorite past-time of the greatest lovers of their own person…There is nothing frenzied about debauchery…it is but a long sleep.
Sometimes, there are things in our life that aren’t meant to stay. Sometimes, change may not be what we want. Sometimes, change is exactly what we need. And sometimes, saying goodbye is the hardest thing you think you’ll never have to do, but sometimes, saying hello again is the thing that breaks you down and makes you more vulnerable than you ever though possible. Sometimes, change is too much to bear. But most of the time, change is the only thing saving your life.
''I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star in somebody else's sky, but why, why, why can't it be, can't it be mine??''
O tempo não passa de uma ilusão. Einstein nos disse. O que os físicos quanticos e Einstein afirmam é que tudo esta acontecendo simultaneamente. Se você entender que não existe tempo e aceitar esse conceito, verá que tudo o que possa vir a querer no futuro já existe.
Não há tempo e não há tamanho para o Universo.
"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." (Eclesiastes)
Newton propõe uma doutrina condensada em duas proposições: 1) há um tempo real, absoluto e matemático, que se escoa uniformemente em virtude de sua própria natureza, independentemente de qualquer circunstância exterior; 2) há um espaço absoluto, que permanece sempre o mesmo, em virtude de sua própria natureza, independentemente de circunstâncias exteriores, e imóvel.
Quando Einstein publicou a Teoria da Relatividade, sua noção filosófica era: tudo, sob certos aspectos, é relativo. Seu ponto de partida era não considerar o tempo e o espaço como absolutos, como ele mesmo escreveu '' a separação do tempo e do espaço é uma teoria ilusória, pois eles se interpenetram''. Isolar esses dois elementos é como mutilar o pensamento, pois tempo e espaço não se separam, eles são relativos, se unem dando origem a uma quarta dimensão do mundo.
Ora, se o tempo é relativo, os acontecimentos podem ser denominados simultâneos, e como cada observador tem seu próprio tempo, dois acontecimentos que, ocorridos em lugares diversos, são simultâneos para um observador, não são para outro. Tudo depende do observador, a ordem temporal dos acontecimentos depende parcialmente do observador, não é sempre uma ordenação intrínseca dos acontecimentos.
O tempo cósmico e universal, que eram considerados como certos, não é mais admissível. Para cada corpo existe uma ordenação temporal definida pelos acontecimentos ao seu redor. Nossa própria exeperiência, é governada pelo tempo de nosso corpo. Como permanecemos aproximadamente em repouso sobre a Terra, os tempos próprios, dos diferentes seres humanos podem ser considerados como o tempo terrestre.
"Eu poderia morrer, mas eu poderia mentir. Eu não posso lidar com o que está em sua mente, enfim, eu estou cansada e me sinto preguiçosa. Você sabe que nós dois estamos perdidos no labirinto, você está triste, estou tão confusa..."
No inicio do século XX surgiram diversas representações da pobreza na sociedade brasileira. Em conseqüência disso quem não possuía um emprego era automaticamente titulado como “vagabundo”, preguiçoso ou vadio.
Com o passar dos anos o número de desempregados aumentou e isso não passou a ser apenas uma questão individual e sim estrutural. O crescimento acelerado das grandes cidades deu origem à formação de periferias, onde o “pobre” passa a ser identificado como o morador desta e alvo de várias críticas da sociedade.
Surgem, portanto, as políticas públicas para que se possa compreender os acontecimentos vividos por famílias pobres e quais efeitos suas condições de vida representam sobre a sociedade. E a partir disso, pode-se chegar à conclusão de que a pobreza é composta por uma categoria relativa e multidimensional.
Em Teresina, a história dos pobres está ligada ao novo padrão exigido pela cidade no começo dos anos 80. A medida que conquistam seu próprio espaço e abandonam o nomadismo, ocorre um aumento progressivo das favelas e vilas tornando sua presença ainda mais intensa pelo fato de se instalarem em lugares precários e de bastante risco.
Mesmo sendo vulneráveis a essas condições precárias, a elaboração de uma favela dá origem a territorialização, dando uma oportunidade para que os moradores possam ter total direito sobre aquele lugar, como por exemplo, o Parque Universitário.
A importância da família faz com que os pobres vivam verdadeiramente, é na família que está a base de tudo, inclusive de sobrevivência. Na família há uma tradição patriarcal constituída por um valor de moral e conduta, com o objetivo de uma melhor organização para se preservarem contra os efeitos de suas condições precárias.
Relacionando o trabalho e a família, o papel do marido ainda é de um valor moral representado dentro e fora da casa. Já o da esposa é coordenar o trabalho doméstico e a educação dos filhos. O emprego leva a autovalorização, amor próprio e dignidade, mas como na maioria das situações a falta dele traz o afastamento do ‘’status’’ social exigido pela sociedade, comprometendo assim a sobrevivência e a auto-etima.
A pobreza passa a fazer com que os pobres procurem o sentido de suas vidas lutando por novos caminhos e sonhos, podendo assim transformar obstáculos em superação.
A meta dessas pessoas sempre será ‘’mudar de vida’’, para que possam desfrutar de uma condição estável para com a sociedade, porque mais que qualquer coisas eles também querem ser reconhecidos como cidadãos.
No inicio do século XX surgiram diversas representações da pobreza na sociedade brasileira. Em conseqüência disso quem não possuía um emprego era automaticamente titulado como “vagabundo”, preguiçoso ou vadio.
Com o passar dos anos o numero de desempregados aumentou e isso não passou a ser apenas uma questão individual e sim estrutural. O crescimento acelerado das grandes cidades deu origem à formação de periferias, onde o “pobre” passa a ser identificado como o morador desta e alvo de várias críticas da sociedade.
Surgem, portanto, as políticas públicas para que se possa compreender os acontecimentos vividos por famílias pobres e quais efeitos suas condições de vida representam sobre a sociedade. E a partir disso, pode-se chegar à conclusão de que a pobreza é composta por uma categoria relativa e multidimensional.
Em Teresina, a história dos pobres está ligada ao novo padrão exigido pela cidade no começo dos anos 80. A medida que conquistam seu próprio espaço e abandonam o nomadismo, ocorre um aumento progressivo das favelas e vilas tornando sua presença ainda mais intensa pelo fato de se instalarem em lugares precários e de bastante risco.
Mesmo sendo vulneráveis a essas condições precárias, a elaboração de uma favela dá origem a territorialização, dando uma oportunidade para que os moradores possam ter total direito sobre aquele lugar, como por exemplo, o Parque Universitário.
A importância da família faz com que os pobres vivam verdadeiramente, é na família que está a base de tudo, inclusive de sobrevivência. Na família há uma tradição patriarcal constituída por um valor de moral e conduta, com o objetivo de uma melhor organização para se preservarem contra os efeitos de suas condições precárias.
Relacionando o trabalho e a família, o papel do marido ainda é de um valor moral representado dentro e fora da casa. Já o da esposa é coordenar o trabalho doméstico e a educação dos filhos. O emprego leva a autovalorização, amor próprio e dignidade, as como na maioria das situações a falta dele traz o afastamento do ‘’status’’ social exigido pela sociedade, comprometendo assim a sobrevivência e a auto-etima.
A pobreza passa a fazer com que os pobres procurem o sentido de suas vidas lutando por novos caminhos e sonhos, podendo assim transformar obstáculos em superação.
A meta dessas pessoas sempre será ‘’mudar de vida’’, para que possam desfrutar de uma condição estável para com a sociedade, porque mais que qualquer coisas eles também querem ser reconhecidos como cidadãos.
Uma frase martela na minha cabeça desde a hora que eu acordo até quando vou dormir: still feel the pain, still feel the pain, still feel the pain... and somehow I knew... pronto, acaba!
Eu disse que ia perder minha ilusão, eu perdi. Disse também que ia perder meu melhor amigo, pois bem, eu perdi, e com isso tudo, perdi minha saude.
Tudo tem seu tempo, mas se você olhar pro futuro e cometer um erro... muda toda a historia, o curso das coisas... e infelizmente não há como voltar atrás.
E... eu vou embora. Quando eu voltar, só vou ser apenas 'aquela' pra algumas pessoas...
O coronel vive na sua velha casa, na companhia da sua mulher, doente asmática, e aguarda desde há longos anos pela chegada de uma carta que lhe anunciará a tão ansiada pensão, recompensa dos muitos anos de guerra. Semana após semana o coronel prepara-se solenemente e, orgulhoso, espera eternamente pela chegada da carta e pelo cumprir da promessa. Todos na localidade sabem que a espera será em vão, até mesmo ele próprio.Mas fecha os olhos à realidade, agarra-se ao sonho e recusa-se a desistir. É a única coisa que lhe resta.
Estou fechando meus olhos pra realidade, dizem que o amor é a melhor estratégia, mas eu não estou conseguindo nada através dele, mas apesar de tudo ainda continuo buscando meu equilíbrio, afinal ele depende do que soubermos e quisermos enxergar. Sou tão fútel e medíocre as vezes, eu poderia ser muita mais feliz do que geralmente me permito ser, mas tenho medo do preço que posso pagar por pensar assim. Sou covarde, sou também transição e processo. E isso me pertuba!
A maturidade está me ensinando coisas boas, mas nem sempre aprendi bem a lição... espero que quando eu estiver mais velha, ela me ensine ainda mais e me deixe mais 'receptiva'. Quando eu era pequena, eu gostava de ficar sozinha, quieta e desenhando no chão da casa da minha avó, nunca brinquei de bonecas ou com minhas amigas da rua. Hoje em dia, temo esse 'ficar sozinha', talvez porque o denominam como 'isolamento'.
Perder dói...
Não há como não sofrer, é muita tolice. A dor chega a ser importante, fazendo com que surja uma força; por mais estranho que seja, o mesmo sofrimento que me derruba me faz voltar a crescer, ou seja, estou me permito sofrer, mas é melhor ninguém interferir, apenas atenda aos meus chamados, e me faça acreditar que você esta do meu lado.
Permitam-me o luto no período sensato. Me ajudem não interferindo demais. Até aceito o telefonema, a visita e o abraço, mas por favor... não me peçam alegria sempre, isso não é um dever... e estou perdendo minha ilusão, vou perder um amigo, e logo mais perderei minha saúde.
Então, por um momento, uma semana, um mês ou mais... me deixem sofrer.
Minhas anotações sobre "O Suicídio..." em uma palestra na UESPI/FACIME (Universidade Estadual do Piauí)
A cada 3 segundos, morre alguém por suicídio.
As mortes de suicídio são pouco comentadas (porque será?)
Poucas pessoas conversam com as pessoas próximas do suicídio
Há um sentimento de impotência muito grande ao suicídio, muitas pessoas não sabem o porque.
Nietzsche foi um dos pesquisadores que mais falou sobre suicídio: "A ideia do suicídio é um potente meio de conforto: com ela superamos muitas noites más." "O Estado é onde todos bebem veneno, os bons e os maus; onde todos se perdem a si mesmo, os bons e os maus; onde o lento suicídio de todos se chama "a vida". "O suicídio é admitir a morte no tempo certo e com liberdade."
Sentimentos de rejeição é o pensamento principal de um suicida (cuide de pessoas que tem esse sintoma)
Entre 1993 - 2002, os suicídios no país passaram de 5,553 para 7,715(fote: UNESCO), e os que mais cometem são pessoas jovens ou idosas, porém é entre os jovens que o suicídio mais chama atenção.
O impacto psicológico e social do suicídio em uma família e na sociedade é imensurável.
Nos países desenvolvidos, os suicídios representam 1 a 2% de todas as mortes. No ano 2000, um número de 10-20 milhões de pessoas tentaram suicídio.
Há algo no sofrimento que é inevitável e enquanto seres humanos, sofremos!
Vivemos hoje em uma cultura NIILISTA(O niilismo foi um movimento cultural que influenciou a juventude aristocrática russa na segunda metade do século XIX. A maioria dos seus adeptos era a favor de reformas democráticas e da abolição da servidão do sistema do Kreopostnoje Pravo, razões pelas quais foram posteriormente perseguidos.), uma vontade do "NADA" que consome e enfraquece os fortes.
Ajudem-os: algumas propostas terapeuticas
* a inclusão do sigilo no contrato
* sinais de intencionalidade e letalidade
* exploração do fenômeno suicida
* não há família preparada para acompanhar o filho suicida
* projetos educativos, com o intuito de aumentar o conhecimento público e profissional dos fatores de risco para o suicídio
Um antagonista debochado e assassino nasce dentro de nós e, mesmo com criação pariental mais cuidadosa, sua unica função é a de tentar transformar todas as encruzilhadas em ruas sem saída. Ele isola a mulher da sua natureza intuitiva, quando termina seu trabalho destrutivo, ele deixa a mulher com os sentimentos entorpecidos, sentindo-se frágil...
Barba-azul, o homem sinistro que habita a psique de todas as mulheres, o predador inato. Para conter o predador natural da psique, é necessário que as mulheres permanceçam de posse de todos os seus poderes instintivos. Algum deles são o Insigth, a intuição, a resistência, a tenacidade no amor, a percepção aguçada, o alcance da sua visão, a audição apurada, os cantos sobre os mortos, a cura intuitiva e o cuidado com seu próprio fogo criativo.
Na interpretação psicológica, recorremos a todos os aspectos do conto de fadas para nos ajudar a represetar o drama interno à psique de uma unica mulher.
O barba-azul simboliza um complexo profundamente recluso que fica espreitando às margens da vida da mulher, observando, à espera de uma oportunidade para atacar. embora ele possa se apresentar simbolicamente de modo semelhante ou diferente nas psiques masculinas, ele é um inimigo ancestral e contemporâneo dos dois sexos.